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terça-feira, 16 de setembro de 2008

ABSOLUTELY DULL!!!!

Isto, soo pode ser montagem...

As respostas da senhora sao demasiado simplistas para ser verdade...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Li e gostei

"Uma nota pessoal e, eventualmente, pouco imparcial: a exibição do filho de Palin, de quatro meses de idade, a passar de colo em colo de cada membro da família e até pelo colo da mulher de McCain, à noite, no meio de um barulho ensurdecedor, parecendo mais inconsciente - quase inerte - do que adormecido, constantemente focado pelas câmaras de televisão, especialmente quando Palin promete ser na Casa Branca uma "defensora" de quem filhos deficientes, foi para mim, que tenho um filho com oito meses de idade, uma das coisas mais obscenas que vi num ecrã de televisão em toda a minha vida. Mas não sou imparcial quando se trata de eleições americanas, repito. Depois do que se passou nos últimos oito anos, se em vez Obama o candidato Democrata fosse o Pato Donald, eu, se pudesse, votava no pato. É para verem o grave da coisa."

Pedro Magalhães, no Margens de erro

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Eu, cegueta, me confesso


Não entendo as razões de tanto entusiasmo...

Será?

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

City of Blinding Lights

Peço desculpa pela interrupção, mas entrar em palco ao som disto vale mais do que um ticket formado com um milhar de governadoras provenientes da terra dos alces.

Pelo menos para mim...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Erros antigos, novas virtudes


Ou como McCain ainda não entedeu:

Mccain pediu à comunidade internacional para agir e impedir as “ambições perigosas do Irão”, acrescentando de seguida que estes testes “demonstram que é preciso um sistema de defesa eficaz, e isso implica a construção das bases de defesa anti-míssil, como as que estão planeadas para Republica Checa e Polónia”. Mccain também sustentou que é preciso trabalhar com os aliados europeus e da região para deter a ameaça iraniana.
o que Obama já entendeu há muito tempo:

Barack Obama defendeu uma “política que faça os iranianos mudar de posição”, voltando a abordar uma diplomacia directa com o Irão, algo que a Administração Bush se tem recusado a fazer com os estados inimigos. Obama também salvaguardou que apoia os incentivos que contribuam para o Irão de desistir dos seus objectivos nucleares. Obama já disse que tudo fará para impedir que o Irão obtenha armas nucleares, mas também defende uma abordagem directa aos adversários da América, nomeadamente encontrar-se com os seus líderes sem pré-condições. Esta posição tem vindo a ser “suavizada” durante a campanha, pois foi alvo de muitas criticas por parte de republicanos e mesmo de muitos democratas. A própria Hillary Clinton e Joe Biden fizeram-no durante alguns debates democratas.

Independentemente de se concordar mais com um ou mais com o outro, é inegável que o discurso de McCain é idêntico àquele que já conhecemos dos últimos anos e que tem conduzido exactamente a... coisa nenhuma.

Isto não impede que reconheçamos que há de uma parte questões que não se podem esquecer e da outra aquilo que, provavelmente, nunca foi tentado.

Não é uma questão de conteúdo, é uma questão de estilo!