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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

City of Blinding Lights

Peço desculpa pela interrupção, mas entrar em palco ao som disto vale mais do que um ticket formado com um milhar de governadoras provenientes da terra dos alces.

Pelo menos para mim...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Erros antigos, novas virtudes


Ou como McCain ainda não entedeu:

Mccain pediu à comunidade internacional para agir e impedir as “ambições perigosas do Irão”, acrescentando de seguida que estes testes “demonstram que é preciso um sistema de defesa eficaz, e isso implica a construção das bases de defesa anti-míssil, como as que estão planeadas para Republica Checa e Polónia”. Mccain também sustentou que é preciso trabalhar com os aliados europeus e da região para deter a ameaça iraniana.
o que Obama já entendeu há muito tempo:

Barack Obama defendeu uma “política que faça os iranianos mudar de posição”, voltando a abordar uma diplomacia directa com o Irão, algo que a Administração Bush se tem recusado a fazer com os estados inimigos. Obama também salvaguardou que apoia os incentivos que contribuam para o Irão de desistir dos seus objectivos nucleares. Obama já disse que tudo fará para impedir que o Irão obtenha armas nucleares, mas também defende uma abordagem directa aos adversários da América, nomeadamente encontrar-se com os seus líderes sem pré-condições. Esta posição tem vindo a ser “suavizada” durante a campanha, pois foi alvo de muitas criticas por parte de republicanos e mesmo de muitos democratas. A própria Hillary Clinton e Joe Biden fizeram-no durante alguns debates democratas.

Independentemente de se concordar mais com um ou mais com o outro, é inegável que o discurso de McCain é idêntico àquele que já conhecemos dos últimos anos e que tem conduzido exactamente a... coisa nenhuma.

Isto não impede que reconheçamos que há de uma parte questões que não se podem esquecer e da outra aquilo que, provavelmente, nunca foi tentado.

Não é uma questão de conteúdo, é uma questão de estilo!